sexta-feira, 25 de setembro de 2026

GRUPO CONSOLIDADO: Ilde reúne 15 vereadores e fortalece articulação pela Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá

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Rayan Borges

O vereador Ilde Taques (Podemos) reuniu, em um almoço nesta sexta-feira (25), um grupo de parlamentares que articula a formação da próxima Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá. Com novas adesões, o bloco agora conta com o apoio de 15 vereadores, vindos de oito partidos diferentes: Podemos, Solidariedade, PSD, União Brasil, Republicanos, PSDB, PL e PSB.

Além de Ilde Taques, integram o grupo os vereadores: Adevair Cabral (Solidariedade), Baixinha Giraldelli (Solidariedade), Jeferson Siqueira (PSD), Michelly Alencar (União Brasil), Dra. Mara (Podemos), Daniel Monteiro (Republicanos), Maria Avalone (PSDB), Eduardo Magalhães (Republicanos), Chico 2000 (PL), Alex Rodrigues (Podemos), Katiuscia Manteli (Podemos), Sargento Joelson (Podemos), Dídimo Vovô (PSB) e Maysa Leão (Republicanos).

Cenário adverso para a reeleição de Paula Calil

Enquanto Ilde avança nas articulações, a atual presidente da Casa, Paula Calil (PL), enfrenta fortes barreiras jurídicas e regimentais para tentar a reeleição no próximo biênio.

O Regimento Interno proíbe a recondução ao mesmo cargo dentro de uma mesma legislatura, e qualquer alteração exige quórum qualificado de dois terços — ou seja, 18 votos. Em julho, a Justiça manteve essa exigência ao negar um recurso do prefeito Abilio Brunini (PL), que tentava flexibilizar a regra.

O cenário da atual presidente se complicou ainda mais com a decisão do desembargador Mario Roberto Kono de Oliveira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O magistrado suspendeu a votação do Projeto de Resolução nº 31.173/2026, que permitiria a reeleição. A tramitação segue travada até o julgamento de mérito do recurso impetrado pelo vereador Marcus Brito Júnior (PV).

Antes da intervenção judicial, a proposta havia aprovado apenas o parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) por um placar apertado de 13 votos a 12 — resultado que já sinalizava a inviabilidade de alcançar os 18 votos necessários em plenário.

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