Fonte: Gazeta Digital, créditos da imagem: Fred Moraes
Com a camisa da Seleção Brasileira usada, segundo ele, como “sinal de paz” e de unidade nacional, o deputado Lúdio Caral (PT) destacou o trabalho intensivo e o papel dos jovens na eleição de Lula (PT) para seu quarto mandato. Apesar das pesquisas apontarem vitória de Flávio Bolsonaro (PL), o presidente teve virada histórica e venceu com 51,77% dos votos válidos. Lúdio enfatizou que o resultado das urnas pertence a todos os brasileiros e consolida a democracia no país.
Durante a comemoração da reeleição, Lúdio lembrou o esforço das militâncias logo após o resultado do primeiro turno e apontou que o trabalho direto com a população nas ruas e no ambiente digital foi determinante para ampliar expressivamente a votação de Lula na capital e no interior do estado.
Ele também destacou os feitos de Lula nos três mandatos como determinantes para garantir mais um êxito. Agora, o presidente é o mais idoso da história do Brasil, eleito aos 81 anos.
“Agora, foram os jovens, foi a juventude, foi a estudantada que nasceu com Lula presidente, e com pé-de-meia, com ProUni, expansão dos IFs, das UFs, produziu a vitória que o Lula alcançou”, argumentou Lúdio.
O deputado, que foi reeleito em 4 de outubro, destacou também o crescimento da votação em Mato Grosso, onde o bolsonarismo é predominante.
“Nós tiramos agora, no segundo turno, mais de 100 mil votos. Foram 100 mil votos a mais, acho que 120 mil votos a mais agora no segundo turno. Então, assim, foram aqui em Cuiabá quase 150 mil votos no segundo turno. Então assim, foi uma virada histórica, uma virada histórica. E assim, do povo brasileiro”, destacou.
O deputado também destacou a “retomada” da camiseta da seleção brasileira, que foi adotada pelos declarados “patriotas” desde a eleição de Jair Bolsonaro (PL), em 2018.
“E eu quero dizer que, uma coisa que é muito importante, eu vim com a camiseta da seleção brasileira em sinal de paz, porque nós somos todos brasileiros. O Brasil deu uma lição para o mundo hoje. Nós colocamos mais de 150 milhões de brasileiros para votar; independentemente de em quem a pessoa votou, o Brasil venceu, a democracia venceu. Nós respeitamos os nossos adversários, não vamos humilhar, não vamos tripudiar, vamos reconhecer a importância da mobilização que eles fizeram, apesar de todas as discordâncias, de todos os defeitos que nós enxergamos na extrema direita, mas quem votou no Jair Bolsonaro é brasileiro também e nós temos que respeitar esses brasileiros”, alegou o parlamentar.

